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FNDE encerra participação na Bienal do Livro com discussões sobre poesia e tecnologia na educação

  • Escrito por  Assessoria de Comunicação Social do FNDE
  • Segunda, 11 Setembro 2017 10:29
FNDE encerra participação na Bienal do Livro com discussões sobre poesia e tecnologia na educação

Debates do final de semana lotaram o estande, na feira que reuniu cerca de 680 mil visitantes

No último final de semana da Bienal do Livro no Rio de Janeiro, o estande do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) abriu espaço para debates sobre a poesia na literatura e os efeitos que os avanços da tecnologia trouxeram para o ensino da língua portuguesa, sobretudo no que diz respeito a novos gêneros discursivos.

No sábado, a autora Heloísa Pietro, que já publicou mais de 70 livros, entre contos e romances, lotou o auditório com sua palestra que discutiu a presença da poesia nos gêneros literários e a sensibilidade para a arte, o que ela chamou de inteligência poética.

Interagindo o tempo todo com o público, a autora fez a plateia refletir sobre o verdadeiro valor dos tesouros reais ao falar sobre a relação que as pessoas têm com o dinheiro, tema do livro As três faces de uma moeda. “Sempre pergunto o que o público acha que seria a terceira face da moeda e me divirto com as respostas que surgem, mas, em geral, quase ninguém consegue acertar a resposta, que é ‘a sua própria face’”, comentou a autora, satisfeita com a participação animada da plateia.

Para a professora Viviane Leal, que leciona língua portuguesa na Escola Estadual Professor Souza, em Casemiro de Abreu\RJ, a troca de experiências com a autora foi fundamental para os resultados que ela busca obter em sala de aula. “O conhecimento poético que a Heloísa nos passa é extraordinário. A maneira como ela apresenta a poesia, a classificando como a raiz da literatura, nos ajuda a aprimorar nosso desempenho frente aos alunos”, afirmou a professora, enfatizando que, desde o início de sua experiência em escolas públicas, faz uso  dos livros da Heloísa Pietro, que são parte do acervo distribuído pelo FNDE por meio do Programa Nacional do Livro e Material Didático (PNLD) e Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE).

Entre uma contação de histórias e outra, o auditório do estande do FNDE também foi palco neste último final de semana de debates sobre o uso de tecnologia na língua portuguesa. Destacando a mudança que os novos meios geram na relação entre leitura e escrita, Juliana Hott, mestre em Letras e servidora do FNDE, falou sobre os novos suportes e novos gêneros na era digital.

“Essa multiplicidade de linguagens que vemos atualmente traz uma necessidade de preparar os alunos, que são cada vez mais multimodais e hipermidiáticos”, explicou Juliana, enquanto dividia o palco com Ana Elvira Gebara, escritora, doutora e mestre em Letras.

Recorde de público – A 18ª Bienal Internacional do Livro superou as expectativas de público e recebeu cerca de 680 mil visitantes, desde 31 de agosto até este domingo, 10 de setembro. Em todos os dias de feira, o estande do FNDE recebeu autores e contadores de histórias que trouxeram para o público experiências de projetos desenvolvidos em escolas e comunidades das regiões brasileiras.

Com mais de 300 metros quadrados, o espaço apresentou livros de programas do governo federal, como o Programa Nacional do Livro e Material Didático, o Programa Nacional Biblioteca da Escola e o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa.

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