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PDDE

Cartão PDDE chega aos estados do Ceará e Goiás

  • Escrito por  Tiago Venâncio Alves
  • Sexta, 05 Janeiro 2018 15:54
Cartão PDDE chega aos estados do Ceará e Goiás

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação, expandiu o alcance do Cartão PDDE para as redes municipais e estaduais do Ceará e Goiás. Até então, o cartão que funciona como um dispositivo de débito do Programa Dinheiro Direto na Escola só havia sido implementado no Distrito Federal e no Espírito Santo.

As escolas cearenses e goianas já foram contempladas com o cartão no pagamento da segunda parcela do PDDE de 2017. A partir de agora, os gestores educacionais dessas instituições poderão realizar pagamento de materiais, bens e serviços diretamente em máquina leitora de cartão magnético dos estabelecimentos comerciais; fazer transferências para contas do Banco do Brasil e outros bancos por meio de DOC ou TED; emitir ordens de pagamento e realizar saques em terminais de autoatendimento do Banco do Brasil.

A escolha de Goiás e Ceará para expansão do projeto baseou-se em levantamento realizado pelo Banco do Brasil, que constatou nível avançado de utilização das ferramentas de autoatendimento digital. O objetivo é proporcionar mais comodidade, agilidade e segurança nos pagamentos e facilitar os processos de execução, prestação de contas e controle do emprego das verbas nos estados e respectivos municípios.

Na primeira etapa de implantação do Cartão PDDE, em 2017, foram abrangidas 385 Unidades Executoras (UEx) situadas no Distrito Federal e no Espírito Santo. Nesta segunda fase, a previsão é alcançar 6.110 UEx.

Para consultar a lista de entidades selecionadas para participar da segunda etapa e obter mais informações sobre o Cartão PDDE, clique aqui.

PDDE – Criado em 1995, o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) tem por finalidade prestar assistência financeira, em caráter suplementar, às escolas públicas da educação básica das redes estaduais, municipais e do Distrito Federal e às escolas privadas de educação especial, mantidas por entidades sem fins lucrativos, registradas no Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) como beneficentes de assistência social, ou outras similares de atendimento direto e gratuito ao público.

O programa engloba várias ações e objetiva a melhoria da infraestrutura física e pedagógica das escolas, o reforço da autogestão escolar nos planos financeiro, administrativo e didático, contribuindo para elevar os índices de desempenho da educação.

Em dezembro deste ano, o FNDE realizou a liberação da segunda parcela de 2017 do PDDE. No total, foram transferi­dos R$ 442,8 milhões que beneficiaram cerca de 125 mil unidades escolares e 34,4 milhões de alunos em todo território nacional.

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