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2018

Em solenidade dos 50 anos do FNDE, Presidente da República lança Cartão PNAE e entrega primeiro livro em tinta braile

  • Escrito por  Assessoria de Comunicação Social do MEC
  • Quinta, 22 Novembro 2018 21:19
Em solenidade dos 50 anos do FNDE, Presidente da República lança Cartão PNAE e entrega primeiro livro em tinta braile

Nesta quinta-feira, 22, durante solenidade que comemorou os 50 anos de fundação do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o Presidente da República, Michel Temer, o Ministro da Educação, Rossieli Soares, e o presidente do FNDE, Silvio Pinheiro, lançaram o Cartão PNAE e realizaram a entrega do primeiro Livro em tinta Braile, que será distribuído para todas as escolas.

Até este ano, muitos alunos cegos ainda recebiam livros diferentes dos demais colegas de turma. “O livro em braile é uma originalidade extraordinária. Distribuir esses livros para o aprendizado também revela uma grande preocupação social, que ao final acolhe aqueles que em princípio não poderiam ler”, afirmou o presidente Michel Temer. 

De acordo com o presidente do FNDE, a entrega do livro e o lançamento do Cartão PNAE fazem parte das importantes transformações realizadas nos últimos dois anos no FNDE e no Ministério da Educação, visando promover a universalização e aumentar a qualidade, especialmente, na educação básica.

“A melhor homenagem que podemos prestar ao passado e o maior legado que podemos deixar para o futuro é mudar a realidade que recebemos. Os próximos 50 anos serão ainda mais ricos em conquistas e o Brasil continuará a se beneficiar de tudo que construímos, buscamos e sonhamos. O FNDE sonha o sonho do Brasil por uma sociedade mais justa e com acesso a uma boa educação para todos”, enfatizou Pinheiro.

Gabriel Caribé, de 11 anos, estudante do 3º ano da Escola 410 Sul, em Brasília, recebeu das mãos do Presidente Michel Temer e do Ministro da Educação, Rossieli Soares, o primeiro livro em tinta braile. “Eu gostei muito de ganhar esse livro, foi muito legal o meu dia”, disse o menino que assim que recebeu o exemplar fez questão de ler um trecho, emocionando a todos que acompanhavam a solenidade.

Para a professora Adriana Araújo, que acompanha Gabriel na escola, o material representa um ganho significativo para a comunidade escolar. “Esse livro vai dar um dinamismo muito grande às escolas e às aulas. Hoje, o professor que acompanha os estudantes cegos dispendem de muito tempo para produzir material adequado. Certamente, vai nos ajudar muito”, disse a professora.

O Livro em tinta Braile já chegará àss salas de aula dentro das normas da nova BNCC, com o mesmo conteúdo dos demais livros didáticos. A partir de 2019, a grande novidade vai permitir que o aluno cego possa acompanhar o mesmo conteúdo que os demais alunos de sua sala de aula, além de permitir que o professor que não tenha conhecimento da língua possa compreender e ensinar o conteúdo da mesma forma que faz com o restante da turma.

Cartão PNAE

O Cartão PNAE é uma solução que vai modernizar e aperfeiçoar a compra e a prestação de contas de todo recurso investido na alimentação escolar do país. As secretarias de Educação da Bahia e de São Paulo serão as primeiras unidades executoras a experimentar a novidade. A previsão é que, ao longo do próximo ano, todos os demais estados sejam contemplados. 

A medida possibilitará mais agilidade na realização dos pagamentos dos gêneros alimentícios, mais controle sobre a destinação dada aos recursos e transparência na execução dos recursos. Além disso, a parceria com o Banco do Brasil garante a isenção de taxas e tarifas nos casos de transferência os recursos financeiros.

Retomada de obras inacabadas

O Ministro da Educação, Rossieli Soares, aproveitou a ocasião para divulgar a ampliação do prazo para que as secretarias de educação solicitem a retomada de obras que estão paralisadas. O prazo, que se encerrava no próximo dia 29, foi prorrogado até o dia 29 de março de 2019. De acordo com o ministro, o MEC e o FNDE buscaram uma solução para negociar com os municípios e reformular as propostas da construção para que com o mesmo recurso previsto as obras pudessem ser concluídas. “Se nós desistíssemos dessas obras e fôssemos cobrar dos municípios, nós não teríamos as obras e esse dinheiro não ia voltar para a educação”, afirmou o ministro.

Rossieli comentou que existem cerca de 850 obras de escolas ou creches não concluídas, e que até o momento ainda falta, aproximadamente, a solicitação de retomada de 450 obras. “Temos milhões e milhões de reais parados e crianças sem ter a oportunidade [de estudar] por culpa de gestões que não foram tão eficientes”, destacou o ministro da Educação. 

 

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