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FNDE Sustentável

Projeto Esplanada Sustentável em implantação no FNDE

  • Escrito por  Assessoria de Comunicação Social do FNDE
  • Sexta, 10 Maio 2013 14:13

Em entrevista à Assessoria de Comunicação (Ascom), a diretora de Administração, Leilane Mendes Barradas, fala da adesão do FNDE ao Projeto Esplanada Sustentável, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). Criado em 2010, o projeto tem por finalidade promover a sustentabilidade ambiental e socioeconômica na Administração Pública Federal.  Inicialmente a adesão era voluntária e agora, em 2013, passou a ser obrigatória a todos os órgãos.

O projeto estabelece onze tipos de medidas que os órgãos deverão cumprir para alcançar a meta de economia de 10% em relação ao ano anterior.  Segundo Leilane, a expectativa é que esse número seja batido no FNDE e até superado em alguns dos onze itens elencados no projeto, mas apenas no final do ano é que “teremos elementos para mensuração”.

A primeira meta a ser alcançada é sobre o apoio administrativo, técnico e operacional. Esse tema abrange a contratação de empresa para terceirização de mão de obra cujo contrato será encerrado e que em breve será substituída por um novo contrato. Sobre o segundo tema, economia de água e esgoto, Leilane disse ser necessário “intensificarmos campanhas de conscientização para uso adequado dos dispositivos reguladores de vazão para as bacias sanitárias dos banheiros”. O botão menor da descarga despeja apenas três litros d’água, enquanto que o maior libera o dobro (seis litros). “Durante um dia, se o colaborador acionar apenas o botão menor, a economia de água será significativa”, completa Leilane.

O tema de energia elétrica é o terceiro item do Projeto Esplanada Sustentável. “Estamos construindo uma nova subestação da CEB que será inaugurada até julho e quando ela estiver em operação vamos migrar para outra faixa de consumo, mais baixa e mais econômica”, contou. Além disso, a diretora lembra que as salas são dotadas de interruptores que devem ser desligados assim que a sala for desocupada e para isso, precisa da colaboração de todos. O mesmo procedimento deve ser feito com os aparelhos de ar-condicionado nas salas e os computadores, tanto no horário do almoço como no final do expediente. Essas medidas certamente impactarão de forma positiva no cálculo de economia no final do mês.

Para alcançar bons resultados no quarto item do projeto, limpeza e conservação, são adotadas medidas de economia e de sustentabilidade ambiental. Segundo Leilane, uma delas é o uso de materiais de limpeza biodegradáveis. O quinto item trata de locação de imóveis. A diretora reconhece que há “certa dificuldade” nesse quesito, devido à locação do edifício Elcy Meirelles em substituição ao anexo do FNDE, no Setor Hoteleiro Sul, e ao Lino Martins Pinto, mas ressalta que a medida foi estritamente necessária. “Os dois prédios juntos tinham oito mil metros de ocupação, enquanto que o Elcy sozinho tem 10 mil metros, portanto ampliamos nossa área para atender aos novos servidores e isso gerou um custo adicional”.

A locação de veículos é o sexto item do projeto de sustentabilidade. De acordo com Leilane, nesse quesito a economia já é visível. “Estamos economizando de 40% a 50% na utilização de veículos oficiais”, comentou, ao informar que a maior demanda é de idas e vindas ao MEC. Pensando nisso, a diretora informou que a ideia é implantar o sistema de linha circular para o MEC, a exemplo do que era feito para o Setor Hoteleiro Sul. Quanto ao sétimo item do projeto, manutenção e conservação de bens imóveis, a recente reforma da sede auxiliará na economia de gastos para atender o quesito.

Sobre aquisição de material de consumo, oitavo item da agenda de sustentabilidade do Ministério do Planejamento, Leilane afirma que o propósito é “não ter descontinuidade no material de consumo” e buscar alternativas de economizar neste quesito. “Estamos pesquisando a possibilidade de que a próxima compra de copos descartáveis seja de copos feito de bagaço de cana, por serem biodegradáveis”, disse, ao acrescentar que está em estudo a adoção de compra de garrafas ou canecas para substituírem os copos descartáveis.

Sobre os papéis de impressão, estudos indicam que o reciclável utiliza muito mais composto químico na sua produção do que o papel branco. Mas isso não é um problema. Segundo Leilane, “o papel utilizado para impressão faz parte do mesmo contrato de locação das impressoras corporativas”.

Ainda sobre economia de impressão de papel, neste semestre serão implantados terminais de computador, a serem disponibilizados aos usuários para evitar a impressão de GRDs, gerados a partir do sistema Documenta. “Com essa medida serão economizados mais de quatro mil folhas de papel impressos e arquivados, além de evitar esse arquivamento físico, ocupando espaço que poderá ser utilizado de modo racional”, comentou. O nono item trata de economia na contratação de serviços de processamento de dados. Esse tema está afeto à tecnologia da informação (TI).

O décimo tema é sobre telecomunicações. Neste quesito, Leilane disse que duas ações serão adotadas para reduzir os gastos com correios e telefonia. “Queremos reduzir o uso de sedex que, se comparados com as cartas com AR (aviso de recebimento), são infinitamente mais caros“, disse. “Se for feito um planejamento, o sedex pode ser perfeitamente substituído pelo AR, atendendo as mesmas funções”, comentou.

Ainda dentro do quesito telecomunicações, o sistema de telefonia possui tecnologia capaz de rastrear as ligações e identificar o responsável por essas ligações. Em breve serão utilizadas senhas pessoais para cada ramal e “com isso teremos uma economia importante para o nosso objetivo de alcançar a meta estabelecida no Projeto Esplanada Sustentável”.

O décimo primeiro item trata de vigilância. Leilane informou que os vigilantes que trabalhavam no anexo do Setor Hoteleiro Sul foram remanejados para o Edifício Elcy Meirelles, sem gastos adicionais.

A diretora de Administração confessa estar entusiasmada com o desafio de bater as metas estabelecidas pelo Ministério do Planejamento. “Estamos fazendo esforços e elaborando projetos internos para  não só alcançar, mas, quem sabe, superar os limites impostos pelo Projeto Esplanada Sustentável”, finalizou.

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