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Quarta, 15 Março 2017 09:53

Presidente do FNDE participa do Encontro Regional para Enfrentamento da Obesidade Infantil

Escrito por  Assessoria de Comunicação Social do FNDE

Pinheiro destacou a importância do Pnae no combate à obesidade e ao sobrepeso

O presidente do FNDE, Silvio Pinheiro, participou nesta terça-feira, 14, em Brasília, do Encontro Regional para Enfrentamento da Obesidade Infantil, que estabeleceu metas para frear o crescimento do excesso de peso e obesidade no país. O encontro faz parte da implementação da Década de Ação das Nações Unidas para a Nutrição (2016/2025), que incentiva o acesso universal a dietas mais saudáveis e sustentáveis. O governo brasileiro é um dos principais apoiadores da agenda da ONU.

Durante o encontro, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, assumiu, em nome do governo federal, o compromisso de atingir três metas: deter o crescimento da obesidade na população adulta até 2019, por meio de políticas intersetoriais de saúde e segurança alimentar e nutricional; reduzir o consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta, até 2019; e ampliar em no mínimo de 17,8% o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente até 2019.

“Nosso desafio é incentivar as pessoas a adotarem uma alimentação correta: descascar mais e desembalar menos. E é preciso ensinar desde cedo a manipular os alimentos. As crianças, hoje, não têm oportunidade de acompanhar a preparação dos alimentos e aprender a cozinhá-los. Além disso, o sedentarismo é alto e tem muito a ver com a obesidade. Precisamos mudar os hábitos do dia a dia para enfrentar o desafio da obesidade”, afirmou Barros.

Silvio Pinheiro destacou a importância do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) no combate à obesidade e ao sobrepeso. “O FNDE atua de forma intensa junto às comunidades escolares no sentido de incentivar a alimentação saudável para as nossas crianças. Nós proibimos que as escolas comprem, com recurso federal, itens alimentícios obesogênicos, como refrigerantes e alimentos com alto teor de açúcar e sódio. Exigimos ainda que ao menos três porções de frutas sejam servidas durante a semana para as crianças. Além disso, é preciso comprar ao menos 30% da alimentação escolar direto da agricultura familiar, o que garante o acesso a produtos mais frescos e com menos conservantes”, ressaltou o presidente do FNDE.

“O Pnae é referência mundial, porque se preocupa não só com a quantidade, mas com a qualidade daquilo que servimos no dia a dia dos nossos estudantes. Temos muito claro que é preciso construir hábitos alimentares na infância para termos uma sociedade adulta mais saudável, e é por isso que estamos trabalhando”, completou Pinheiro.

Investimento – Este ano, os valores repassados pelo Pnae foram reajustados, após sete anos sem aumento do per capita. Para os alunos dos ensinos fundamental e médio regular, que representam 71% dos atendidos pelo programa, o reajuste ficou em 20%. Para as demais modalidades, a exemplo de escolas de tempo integral, creche, pré-escola e outros programas especiais, o aumento médio é de 7%.

Esse reajuste vai injetar mais R$ 465 milhões, somente este ano, na alimentação escolar dos alunos das redes públicas. Com isso, o orçamento do Pnae para 2017 chega a R$ 4,15 bilhões.

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