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FNDE de norte a sul

FNDE Amazônia - Gestores educacionais se reúnem em Macapá

  • Escrito por  Assessoria de Comunicação Social do FNDE
  • Quarta, 31 Julho 2019 18:56
FNDE Amazônia - Gestores educacionais se reúnem em Macapá

Reunidos em Macapá, gestores educacionais do estado do Amapá e outras regiões da Amazônia receberam nesta semana técnicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O encontro começou na terça-feira, 30, e ocorreu até esta quarta-feira, 31, no Centro de Ensino Superior do Amapá (CEAP). A iniciativa faz parte de uma estratégia do FNDE que prevê capacitação e atendimento aos profissionais envolvidos na gestão do ensino público em todo o território brasileiro. A edição de Macapá contou com 590 inscritos, um recorde na média de participantes por município.

Na abertura do encontro, o presidente do FNDE, Carlos Alberto Decotelli, reforçou a narrativa da mudança de foco da Autarquia em 2019, que agora não é somente um mero repassador de recursos, mas sim um gestor estratégico para a educação pública, e falou sobre a necessidade de se ampliar o diálogo com os gestores locais.

“Qual a diferença entre ser um agente repassador e um gestor de recursos públicos? A diferença é que o repassador não se compromete, não interage, ele não faz uso da autocrítica, não atualiza suas informações. Mas o gestor estratégico, sim”, disse o presidente ao destacar três formas como o FNDE vem atuando: por meio da autocrítica; da interação com o parlamento brasileiro, mediante eventos de capacitação promovidos para assessores parlamentares no Congresso Nacional e mutirão de prefeitos na sede da Autarquia; e dos encontros técnicos nos estados. Este foi o sexto encontro de 2019 e segundo na região Norte do país.

Também estiveram presentes na abertura a Secretária de Estado da Educação do Amapá, Goreth Sousa; o Procurador Geral do Estado, Narson Galeno; a presidente do Conselho Estadual da Educação, Madalena Mendonça; e a presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação do Amapá, Maria Nazaré Sucupira.

Parceria para implementação de consórcios para a educação

Dentro da proposta de unir esforços para multiplicar resultados, Decotelli participou de reuniões com o Governador do Estado do Amapá, Waldez Góes; com o presidente do Tribunal de Contas do Estado, Conselheiro Michel Houat Harb; e com Secretária de Estado da Educação, Goreth Sousa, acompanhada da equipe da secretaria. A principal pauta foi a parceria para a implementação de consórcios para a educação.

O objetivo, de acordo com Decotelli, é desenvolver ações de interesse coletivo que permitam maior alinhamento entre as estratégias educacionais de todos os municípios amapaenses. “O Amapá será o primeiro exemplo do Brasil de como o Estado pode atuar com políticas públicas e soluções eficientes do ponto de vista financeiro-educacional, replicando aos demais estados as boas práticas”, afirmou o presidente.

O Governador Waldez Góes se comprometeu com a proposta e reforçou o apoio para que haja convergência entre os municípios na busca por soluções e resultados. “Vamos prosseguir com o diálogo com as prefeituras e estudos para viabilização do consórcio. Temos total interesse em avançar, cada vez mais, nessa pauta como referência para outros estados traçarem novos caminhos para a melhoria da educação no país”, disse o governador.

A secretária Goreth Sousa também defendeu o fortalecimento do investimento em projetos estratégicos de grande porte, por meio da união entre os municípios. “O consórcio constrói soluções eficientes da gestão de recursos público federal para o setor, fortalecendo a rede para o trabalho coletivo. O consórcio do Amapá será uma referência nacional e contribuirá para elevar os índices de aprendizagem dos nossos estudantes”, afirmou a gestora.

No TCE, Decotelli foi recebido pelo presidente do tribunal, Conselheiro Michel Houat Harb, acompanhado de outros conselheiros do estado. Segundo Harb, a participação do TCE na proposta do consórcio servirá para descontruir a visão que algumas pessoas têm sobre os tribunais de contas. “O TCE não é um órgão punidor, mas sim um órgão preventivo que visa facilitar o trabalho dos gestores para que o dinheiro público alcance, de fato, os seus objetivos”.

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