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Programas do livro

Encontros literários no auditório do FNDE fazem sucesso na Bienal

  • Escrito por  Assessoria de Comunicação Social do FNDE com informações do Ministério da Educação
  • Sexta, 02 Setembro 2011 16:18
Uma imensa máquina de escrever faz a vez do auditório no estande do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) na XV Bienal do Livro do Rio, e a platéia senta-se nas letras dispostas no teclado dessa máquina de escrever, para ouvir poesia e contos dos escritores e poetas convidados.

Este ano, o estande do FNDE homenageia os autores – escritores e poetas – com os instrumentos utilizados para sua criação. Explorando o estande, é possível encontrar pufes em formato de lápis, de apontador, de borracha, bem como a luminária, a máquina de escrever e do lado de fora uma imensa folha de papel com dois poemas: “Para ser grande”, de Fernando Pessoa, e “Das Utopias”, de Mário Quintana.

Nesta sexta-feira, no estande do FNDE, foram realizadas duas sessões de leitura com autores selecionados do Programa Nacional Biblioteca da Escola, que distribui livros de literatura para escolas públicas de todo o país. O primeiro foi com Eucanaã Ferraz, que leu trechos do seu livro “Bicho de sete cabeças e outros seres fantásticos”. Os alunos do Colégio José de Alencar, da Escola Municipal Raul Veiga e do Centro Educacional Maia Santos ouviram histórias de lobisomem, zumbi, marciano, bicho papão e sereia. E depois discutiram com o autor sobre cada um deles.

O pequeno Kayan teimou que o lobisomem é um homem que vira fera toda noite. Já o autor defendeu que ele se transformava apenas em noite de lua cheia, “que, senão, o coitado ficava muito cansado”. Para Eucanaã Ferraz, os bichos que povoam a imaginação popular “todo mundo conhece, mas ninguém nunca os viu”.

Mais tarde, os alunos da Escola Municipal Nicolau Antonio Taunay e do Instituto Dominus de Educação ouviram a história em cordel dos brinquedos populares feitos de sucatas. Cristianne Rothier leu também a aventura do sapo que foi “A festa no céu” de uma forma inusitada, dentro da viola do urubu, porque não sabia voar. Ao final, todas as crianças construíram seus próprios cordéis e aprenderam que a literatura de cordel nasceu do hábito de seus autores pendurarem os livros em um barbante.

O dia inteiro, o estande do FNDE é palco do vai-e-vem de alunos e professores curiosos e ávidos por novidades. A programação cultural do espaço segue até o próximo dia 11, com dois encontros com autores no auditório pela manhã e dois à tarde.


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Assessoria de Comunicação Social

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