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A disputa final pelo título de melhor receita da alimentação escolar será em janeiro de 2016. A etapa nacional do concurso, que ocorrerá em Brasília, foi remarcada para o dia 27/01 e a cerimônia de premiação, 28/01.

No dia 27, as 15 receitas vencedoras da etapa regional serão preparadas e degustadas por um júri que deve apontar a mais saborosa e caprichada de cada região. No dia seguinte, serão divulgadas as cinco vencedoras do certame, que ganharão uma viagem internacional e um prêmio de R$ 5 mil.

Promovido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o concurso contou com a participação de merendeiras de todo o país. No total, foram inscritas 2.433 receitas.

Além de valorizar o papel das merendeiras e incentivar a prática de hábitos alimentares saudáveis no ambiente escolar, a iniciativa é uma forma de comemorar os 60 anos das ações do governo federal na área de alimentação escolar.

Concurso – Do total de 2.433 receitas inscritas, 1.403 passaram pela fase eliminatória e foram submetidas, na etapa estadual, aos votos de presidentes de conselhos de alimentação escolar e nutricionistas cadastrados no Pnae. As votações apontaram as 123 receitas que seguiram para a fase regional. Para participarem da etapa regional, as merendeiras e merendeiros selecionados descreveram, na página eletrônica do concurso, uma atividade de educação alimentar e nutricional relacionada à sua receita.

Em seguida, os presidentes dos conselhos de alimentação escolar e os nutricionistas cadastrados no FNDE escolheram as três melhores receitas de cada região, utilizando os mesmos critérios da etapa anterior: criatividade, valorização de hábitos locais e a viabilidade da receita no Pnae – possibilidade de replicação da receita no contexto da alimentação escolar.

A peneira fica cada vez mais apertada no concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar, que busca valorizar o papel das merendeiras e incentivar a prática de hábitos alimentares saudáveis no ambiente escolar. Agora só restam 15 iguarias na competição – três de cada região brasileira.

Entre os 15 selecionados na etapa regional, o destaque vai para Bahia, Espírito Santo e Pará, cada um com três receitas classificadas para a fase final do concurso. Veja o nome das receitas e das merendeiras selecionadas na edição de hoje do Diário Oficial da União.

No próximo dia 17, em Brasília, essas 15 iguarias serão preparadas e degustadas por um júri que deve apontar a mais saborosa e caprichada de cada região. No dia seguinte, serão divulgadas as cinco vencedoras do certame, que ganharão uma viagem internacional e um prêmio de R$ 5 mil.

Promovido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o concurso contou com a participação de merendeiras de todo o país. No total, foram inscritas 2.433 receitas. “Além de valorizar o trabalho das merendeiras, o concurso procura reforçar a importância da educação alimentar, algo que pode começar nas escolas e ser disseminado pelos lares de milhões de brasileiros”, afirma o presidente do FNDE, Idilvan Alencar.

O certame marca os 60 anos das primeiras ações do governo federal na área de alimentação escolar. “A educação alimentar e nutricional é um desafio para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). E o concurso busca conscientizar toda a comunidade escolar sobre o tema”, reforça a coordenadora-geral do Pnae, Manuelita Falcão Brito.

Do total de 2.433 receitas inscritas, 1.403 passaram pela fase eliminatória e foram submetidas, na etapa estadual, aos votos de presidentes de conselhos de alimentação escolar e nutricionistas cadastrados no Pnae. As votações apontaram as 123 receitas que seguiram para a fase regional. Para participarem da etapa regional, as merendeiras e merendeiros selecionados descreveram, na página eletrônica do concurso, uma atividade de educação alimentar e nutricional relacionada à sua receita.

Em seguida, os presidentes dos conselhos de alimentação escolar e os nutricionistas cadastrados no FNDE escolheram as três melhores receitas de cada região, utilizando os mesmos critérios da etapa anterior: criatividade, valorização de hábitos locais e a viabilidade da receita no Pnae – possibilidade de replicação da receita no contexto da alimentação escolar. Agora, essas 15 receitas disputam a fase final do concurso, nos dias 17 e 18 de dezembro, em Brasília.

Baião de Dois, Pirarucu Caboclo, Galinhada Especial, Vaca Atolada e Feijoada Carioca. Essas são algumas das receitas selecionadas na etapa estadual do concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar. Agora são apenas 123 iguarias que restam na competição, que busca valorizar o papel de merendeiras e merendeiros e incentivar a prática de hábitos alimentares saudáveis no ambiente escolar. A lista das receitas está disponível na página eletrônica do concurso.

Entre os 123 classificados, a grande maioria é formada por merendeiras: 120 mulheres e três homens continuam na disputa. Tem gente com muitos anos de prática – a merendeira mais experiente está com 62 anos. E outras competidoras que ainda são novatas na profissão – a mais jovem tem 22 anos.

Promovido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o certame marca os 60 anos das primeiras ações do governo federal na área de alimentação escolar e vai apontar as cinco melhores receitas do Brasil – uma para cada região brasileira. No total, foram inscritas 2.433 receitas em todo o país. Dessas, 1.403 passaram pela fase eliminatória e foram submetidas, na etapa estadual, aos votos de presidentes de conselhos de alimentação escolar e nutricionistas cadastrados no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). As votações indicaram as 123 receitas que agora seguem para a etapa regional.

Nesta fase, serão selecionadas três receitas de cada região para a disputa final, em Brasília. As quinze finalistas serão preparadas e degustadas por um júri, que vai escolher a mais caprichada e saborosa de cada região. Os cinco vencedores da etapa nacional ganharão uma viagem internacional e um prêmio de R$ 5 mil.

Atividade – Para participarem da etapa regional, as merendeiras ou merendeiros autores das 123 receitas selecionadas precisam descrever, na página eletrônica do concurso, uma atividade de educação alimentar e nutricional relacionada à sua receita.

Em seguida, os presidentes dos conselhos de alimentação escolar e os nutricionistas cadastrados no FNDE devem escolher as três melhores receitas da sua região, com base nos mesmos critérios da etapa anterior: criatividade, valorização de hábitos locais e viabilidade da receita no Pnae – possibilidade de replicação da receita no contexto da alimentação escolar.

A etapa regional segue até dia 3 de dezembro e os resultados devem ser divulgados no dia 7, na página eletrônica do concurso. A etapa nacional está prevista para ocorrer nos dias 17 e 18 de dezembro, em Brasília.

Sexta, 06 Novembro 2015 17:33

Concurso Melhores Receitas

Há qlogouem diga que cozinhar é uma corrente do bem. A receita de uma preparação surge simples, passa de geração em geração e, a cada mão, torna-se ainda melhor. E quando as preparações são feitas e consumidas no ambiente escolar elas tornam-se ainda mais importantes, porque compõem a memória afetiva dos estudantes e desempenham um papel determinante no processo formativo.

Visando comemorar os 60 anos do PNAE, valorizar o papel das merendeiras e merendeiros e promover a formação de hábitos alimentares saudáveis, o MEC e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação criaram o CONCURSO "MELHORES RECEITAS DA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR", que selecionará as receitas mais caprichadas de cada região, disseminando preparações saudáveis e saborosas em todo o país.

Veja abaixo a lista das receitas classificadas na Etapa Eliminatória e outros documentos relativos ao Concurso:

Os recursos referentes à nona parcela de 2015 do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) estarão disponíveis a partir desta sexta-feira, 6, nas contas correntes de municípios, estados e do Distrito Federal. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) também repassou a oitava parcela do Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate) aos entes federativos que possuem estudantes residentes nas áreas rurais que dependem do transporte para acessar as escolas públicas.

No total, o FNDE transferiu R$ 456,5 milhões aos beneficiários – R$ 389,4 milhões para apoiar a alimentação escolar de alunos da educação básica e R$ 67,1 milhões para ajudar transporte escolar de estudantes residentes em áreas rurais às escolas públicas do ensino básico. O montante transferido para cada ente federativo pode ser conferido no portal eletrônico do FNDE (www.fnde.gov.br), em Liberação de recursos.

Os recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), de caráter suplementar, são liberados em dez parcelas, de forma a cobrir os 200 dias do ano letivo da educação básica. As secretarias da educação, que são responsáveis pelas redes de ensino, recebem os recursos e operam a alimentação escolar.

São atendidos pelo programa os alunos de toda a educação básica (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos) matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias (conveniadas com o poder público), por meio da transferência de recursos financeiros. Um mínimo de 30% dos recursos transferidos deve ser utilizado na compra de produtos da agricultura familiar.

Transporte – O Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate), por sua vez, repassa recursos em nove parcelas a estados e municípios com estudantes da educação básica residentes na zona rural – a partir do ano que vem, serão repassados em dez parcelas, assim como a alimentação escolar. A transferência é automática, sem necessidade de convênio, e os recursos devem ser utilizados no custeio de despesas diversas, como consertos mecânicos, compra de combustível ou terceirização do serviço de transporte escolar.

Com uma variedade de pratos criativos e que representam bem cada região do país, o concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar encerrou o período de inscrições com 2.433 receitas. Destas, 1.403 seguirão para a etapa estadual. A lista das selecionadas está disponível na página eletrônica do concurso.

O estado de São Paulo foi o que inscreveu o maior número de receitas. Foram 334, ao todo. Destaque também para Minas Gerais, com 312 pratos inscritos; Rio Grande do Sul, com 294; e Paraná, com 241. No nordeste, o campeão de inscrições foi o estado da Bahia, com 170 receitas típicas, em sua maioria, que vão de vatapá a moqueca de peixe.

Promovida pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), a competição busca valorizar o papel dos merendeiros e incentivar a prática de hábitos alimentares saudáveis no ambiente escolar. O concurso marca os 60 anos da alimentação escolar no Brasil.

A partir de agora, os jurados terão até 15 de novembro para selecionar até quatro receitas inscritas em seu estado. Todos os nutricionistas cadastrados junto ao FNDE, com registro válido no Conselho Regional de Nutricionistas (CRN), e todos os presidentes votantes dos Conselhos de Alimentação Escolar cadastrados no CAE Virtual poderão votar nas receitas durante as fases estadual e regional. O link está disponível na página eletrônica do concurso.

Na etapa nacional, quando as 15 preparações finalistas serão degustadas, o júri será composto por cinco pessoas: um estudante da rede pública acima de 12 anos, um nutricionista, um conselheiro de alimentação escolar, um chefe de cozinha reconhecido pela crítica e um representante das entidades parceiras do Concurso.

Mais informações sobre as etapas e os critérios de seleção podem ser obtidas no regulamento.

Um espaço aberto ao debate, ao compartilhamento de experiências, à apresentação de problemas e à proposição de soluções. Foi assim a atividade integradora que discutiu o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), na noite de quarta-feira, 4, em Brasília, segundo dia da 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, que reúne governo e sociedade para debater sobre a promoção da alimentação saudável.

A atividade reuniu nutricionistas, conselheiros, agricultores e outros agentes ligados à execução do Pnae em diversas partes do país. No início de sua apresentação, a coordenadora-geral do programa, Manuelita Falcão Brito, já direcionava os trabalhos para o diálogo. “É muito importante ouvir todos os agentes. Nós queremos provocar vocês para garantir uma troca profícua para todos”, disse.

A coordenadora apresentou os principais avanços do Pnae nos últimos anos e elencou desafios, como apoiar ações de educação alimentar e nutricional em 100 mil escolas públicas de educação básica nos próximos quatro anos.

Ela aproveitou a ocasião para mostrar uma inovação que estará presente nos livros didáticos encaminhados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) a alunos da rede pública a partir do ano que vem. “O verso dos livros, ou seja, a chamada quarta capa, sempre trouxe o Hino Nacional. O hino continua nos livros, mas passamos a utilizar a quarta capa para uma mensagem importante de educação alimentar”, explicou Manuelita, ao mostrar exemplares aos participantes.

Presente na atividade, a nutricionista Fernanda Cunha, da rede estadual do Paraná, elogiou a iniciativa. “É um primeiro passo para inserir a educação alimentar e nutricional no currículo das escolas.”

Depois da apresentação inicial sobre o Pnae, foram quase duas horas de debates, indagações e sugestões. O diálogo foi centrado em três eixos principais: controle social, compras da agricultura familiar e segurança alimentar e nutricional, tema que também abarca educação alimentar.

Sobre a aquisição de gêneros da agricultura familiar, o problema da logística de distribuição, a falta de regularidade nas entregas e a precária assistência técnica aos agricultores foram alguns dos gargalos apontados. A falta de infraestrutura de armazenamento nas escolas também foi abordada. “No caso da rede estadual de Roraima, devido às grandes distâncias e às dificuldades logísticas, as entregas são feitas em grande volume, mas as escolas não têm estrutura para armazenar produtos perecíveis”, disse Renildo Florencio dos Santos, coordenador do Pnae em Rorainópolis (RR).

Com relação ao controle social, os participantes apontaram o fortalecimento do papel do conselheiro de alimentação escolar como um dos principais desafios, além da necessidade de frear a interferência política nos conselhos de alimentação escolar (CAEs) e de garantir a representatividade de indígenas, quilombolas e agricultores nos conselhos. A falta de estrutura para os CAEs exercerem suas atividades foi outro gargalo apontado.

Sobre alimentação e nutrição, alguns participantes apresentaram suas experiências sobre educação alimentar e nutricional e revelaram a necessidade de envolver todos os atores envolvidos com a alimentação escolar nessas ações de aprendizagem.

Encontro – A 5º Conferência de Segurança Alimentar e Nutricional segue até sexta-feira, 6, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Com o tema “Comida de verdade no campo e na cidade: por direitos e soberania alimentar”, o encontro reúne participantes dos 26 estados e do Distrito Federal, além de delegações estrangeiras.

A maioria dos inscritos é de representantes da sociedade civil, indígenas, quilombolas, população negra, defesa do consumidor, militantes das áreas de saúde, educação e movimentos urbanos. Mais informações na página eletrônica do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional da Presidência da República (Consea).

Sob o lema “Comida de verdade no campo e na cidade: por direitos e soberania alimentar”, teve início nesta terça-feira, 3, em Brasília, a 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Até a próxima sexta-feira, 6, os cerca de 2 mil participantes do evento debaterão assuntos que envolvem a alimentação adequada e saudável, inclusive nas escolas.

A solenidade de abertura teve a presença da presidenta da República, Dilma Rousseff, que chamou a atenção para o fato de que esta conferência é a primeira que ocorre após o Brasil sair, em 2014, do Mapa Mundial da Fome, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). “Isso é resultado da ação do Estado em conjunto com a sociedade, por meio de diversas políticas públicas, como o Bolsa Família, o incentivo à agricultura familiar e a garantia de alimentação escolar para 43 milhões de crianças todos os dias”, disse.

A presidenta ressaltou que o governo seguirá impulsionando a compra da agricultura familiar na alimentação escolar. “Queremos hábitos alimentares saudáveis para todas as crianças brasileiras”, enfatizou. Hoje, a legislação determina que no mínimo 30% do valor repassado a estados, municípios e Distrito Federal pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) deve ser utilizado na compra de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural.

Evento – A conferência tem participantes dos 26 estados e do Distrito Federal, além de delegações estrangeiras. A maioria dos inscritos é de representantes da sociedade civil, indígenas, quilombolas, população negra, defesa do consumidor, militantes das áreas de saúde, educação e movimentos urbanos.

Entre os assuntos que serão tratados durante os quatro dias de evento, estão a obesidade, os produtos transgênicos e os agrotóxicos. Grupos de trabalho discutirão o que é comida de verdade e como avançar na implementação de diretrizes para uma alimentação saudável. Ao final da conferência, os resultados dos debates serão apresentados em uma carta política.

Mais informações sobre o evento podem ser obtidas na página eletrônica do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional da Presidência da República (Consea).

Merendeiros e merendeiras de todo o país terão até o dia 2 de novembro para se inscreverem no concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar. O prazo, que era até 25 de outubro, foi prorrogado para que mais pratos regionais sejam adicionados ao cardápio, que já conta com receitas de vatapá, peixada, feijão tropeiro, caldos e outras dezenas de iguarias que são servidas diariamente nas escolas do Brasil.

Todos os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal serão representados no concurso. Até agora, São Paulo, Minas Gerais e Paraná são as unidades da federação com mais receitas cadastradas.

Criada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), a iniciativa busca valorizar o papel dos merendeiros, além de promover a formação de hábitos alimentares saudáveis no ambiente escolar e fora dele. Também é uma forma de comemorar os 60 anos da alimentação escolar no Brasil. O Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) é considerado referência internacional para países interessados em criar ou aprimorar suas políticas na área. Atualmente, mais de 42 milhões de estudantes brasileiros são beneficiados pelo programa.

Para participar, a merendeira ou o merendeiro deve inscrever sua receita na página eletrônica do concurso e mobilizar a escola onde trabalha para desenvolver pelo menos uma atividade de educação alimentar e nutricional que tenha a ver com a preparação inscrita. A escolha ocorrerá em quatro etapas, nas quais serão selecionadas as receitas mais caprichadas e saborosas de cada região. Os cinco vencedores da etapa nacional ganharão uma viagem internacional e um prêmio de R$ 5.000,00.

Os merendeiros já inscritos devem ficar atentos aos novos prazos. Além das inscrições, foram prorrogadas as datas das etapas estadual e regional, bem como as fases de divulgação dos resultados.

Ao longo de 60 anos, o Brasil evoluiu no que se refere à alimentação escolar. As primeiras ações, de campanhas e doações de merenda, se tornaram hoje uma política de Estado que garante aos estudantes o direito constitucional à alimentação, além de hábitos saudáveis e melhor aprendizagem. Com essas afirmações, o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Idilvan Alencar, abriu na manhã desta quarta-feira, 21, o Encontro Técnico do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), em Brasília.

“Hoje, 21 de outubro, celebramos uma data importante, o Dia Nacional da Alimentação nas Escolas, que nos leva a refletir sobre o passado e a pensar o futuro das políticas públicas na área”, disse Alencar. Na visão do presidente, é preciso avançar no debate sobre alguns aspectos do Pnae, como o valor per capita, o controle social e estudos que cruzem dados sobre alimentação e rendimento escolar. Alencar destacou ainda que o Pnae é grandioso nos números e na contribuição ao processo educacional.

“Enquanto fazemos este encontro, 50 milhões de refeições estão sendo servidas a 42 milhões de alunos em 161 mil escolas de todo o país”, reforçou a diretora de Ações Educacionais do FNDE, Maria Fernanda Bittencourt. Para ela, poucas políticas públicas têm tanta longevidade quanto a da alimentação escolar no Brasil e tanto reconhecimento dentro e fora do país.

Encontro – Durante todo o dia, gestores, conselheiros e nutricionistas presentes ao evento no auditório do FNDE poderão discutir as ações na área. O objetivo do encontro é oferecer informações técnicas e práticas sobre o papel do Conselho de Alimentação Escolar, a prestação de contas do Pnae, a gestão e as compras da agricultura familiar, além de promover debates e trocas de experiências. É possível acompanhar ao vivo pela internet.

Concurso – Também em comemoração aos 60 da alimentação escolar no Brasil, o FNDE lançou o concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar, que está com inscrições abertas até 25 de outubro. O objetivo é premiar as receitas mais caprichadas e saborosas de cada região do país, em escolas que atendam aos critérios do Pnae. Os cinco vencedores da etapa nacional ganharão uma viagem internacional e um prêmio de R$ 5 mil.

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