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2004

FNDE discute qualidade do livro didático

  • Escrito por  Assessoria de Comunicação Social do FNDE com informações do Ministério da Educação
  • Sexta, 26 Março 2004 00:00

ASCOM-FNDE (Brasília) - A qualidade dos milhares de livros didáticos distribuídos todos os anos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para as escolas públicas do País foi discutida por todos os técnicos envolvidos direta ou indiretamente com o Programa Nacional do Livro Didático(PNLD), durante encontro promovido esta semana pela Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica, na sede da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.

Para se ter uma idéia da magnitude do programa, o PNLD foi criado em 1985, e extinguiu os chamados livros "descartáveis" e conferindo aos professores o direito de escolher os livros mais adequados para as suas disciplinas, só este ano foram distribuídos mais de 120 milhões de livros para um universo de 32 milhões de crianças, matriculadas em 153 mil escolas públicas do Ensino Fundamental. Os livros devem estar nas escolas antes do início do ano letivo.

Metas para 2005

Neste encontro técnico foram prestadas informações sobre os tipos de papel utilizado, suas características e implicações, impressão e acabamento dos livros. Tudo para que os funcionários do FNDE tenham condições de fazer uma avaliação precisa sobre a qualidade dos livros adquiridos pela autarquia. Participaram deste evento não só os técnicos do PNLD, mas também os de outros programas para se inteirar sobre especificações no que diz respeito aos produtos gráficos (boletins, manuais, cartazes etc) feitos pelo FNDE.

A autarquia se constitui na maior compradora de livros didáticos produzidos não apenas no Brasil como em outros países, devido ao custo do papel: o FNDE detém 57% do mercado dos didáticos, além de adquirir dicionários e coleções de livros de literatura, enciclopédias, periódicos e Atlas destinados aos programas Biblioteca da Escola e Casa de Leitura. Somente a qualidade física dos livros e a consciência dos alunos ao manuseá-los, permitirá que a sua durabilidade seja, no mínimo, de três anos, como prevê o MEC em campanha divulgada pela mídia.

As metas para o PNLD/2005 são as de distribuir 110,6 milhões de livros e dicionários, com uma previsão orçamentária de R$ 600 milhões. Com uma novidade: os alunos matriculados no Ensino Médio das escolas públicas localizadas nas regiões Norte e Nordeste receberão livros de Português e Matemática.


Repórter: Carlos Schramm

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