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2005

Encontro avalia programas de distribuição de livro didático

  • Escrito por  Assessoria de Comunicação Social do FNDE com informações do Ministério da Educação
  • Terça, 08 Novembro 2005 01:00

ASCOM-FNDE (Brasília) - Com a disseminação de tecnologias como a televisão e a internet, o Ministério da Educação tenta adequar o conteúdo dos livros didáticos para atrair a atenção dos estudantes de escolas públicas de todo o país. A afirmação foi feita pelo ministro da educação, Fernando Haddad, nesta terça-feira, 8, em Brasília, na abertura do seminário A Importância da Leitura e do Livro para a Melhoria da Educação Básica. "Temos de disputar a atenção do aluno com o livro para enriquecer a sua cultura e melhorar sua capacidade de compreensão crítica do mundo", disse o ministro.

O evento, promovido pela Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros), Associação Brasileira dos Autores de Livros Educativos (Abrale) e o MEC, vai discutir durante todo o dia os programas governamentais de distribuição de livro didático e sugerir alternativas para aperfeiçoar as atividades.

O Ministério da Educação é o órgão que mais compra livros em todo o mundo. Este ano, 110 milhões de obras foram distribuídas a estudantes da rede pública de ensino. São três programas que beneficiam mais de 30 milhões de estudantes. Além de distribuir livros didáticos, o MEC fornece acervos literários, materiais de apoio e livros em braile para alunos com deficiência visual. Em 2006, vai distribuir livros de português e matemática para os oito milhões de alunos do ensino médio.

Professor - Segundo o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC), José Henrique Paim, na hora de comprar as obras, o MEC prioriza a escolha do professor. "Além disso, temos um sistema que faz o remanejamento de matrículas de um ano para outro, para a distribuição correta dos livros. Já a compra do acervo é baseada no censo do ano anterior", explica.

Na avaliação do presidente da Abrelivros, João Arinos, o seminário, inédito, vai ampliar a relação das instituições envolvidas com o governo federal. "É uma maneira de fortalecermos o relacionamento entre o mercado editorial escolar e o MEC, já que sempre é possível aperfeiçoar os programas", acredita. O setor de livros didáticos no país movimenta anualmente cerca de R$ 1 bilhão. Em média, são vendidos 290 milhões de títulos todos os anos.


Flavia Nery  

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