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2013

Fies supera 327 mil contratos no primeiro semestre de 2013

  • Escrito por  Assessoria de Comunicação Social do FNDE
  • Terça, 16 Julho 2013 16:03
Fies supera 327 mil contratos no primeiro semestre de 2013

A procura pelo financiamento do governo federal para o custeio do curso superior não para de crescer. Somente no primeiro semestre de 2013, o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) formalizou mais de 327,8 mil contratos, quase 88% do total registrado em todo o ano anterior (375,7 mil contratos). Desde 2010, quando o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) passou a ser o agente operador do Fies, foram firmados 933,9 mil contratos até o fim de junho último.

Segundo o diretor de Gestão de Fundos e Benefícios do FNDE, Antônio Corrêa Neto, a maior procura pelo Fies deve-se às mudanças efetivadas em 2010. “Além da redução dos juros para 3,4% ao ano, houve aumento nos prazos de carência e amortização”, afirma o diretor. “A possibilidade de pedir o financiamento em qualquer época do ano também ajudou na ampliação da demanda.”

Em 2013, o estado com o maior número de contratos firmados foi São Paulo (104,5 mil), seguido de Minas Gerais (37,3 mil), Bahia (21,5 mil) e Rio de Janeiro (20,6 mil). Do total de 933,9 mil contratos formalizados entre 2010 e junho de 2013, o curso mais procurado é o de direito, com 92,5 mil contratos, seguido de administração (50,4 mil), enfermagem (43 mil) e engenharia civil (41,2 mil).

Podem requerer o financiamento estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação não gratuitos com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), oferecidos por instituições de ensino superior participantes do Fies.

O programa financia de 50% a 100% dos encargos educacionais, dependendo da renda familiar mensal bruta e do comprometimento dessa renda com os custos da mensalidade. Apenas alunos com renda familiar mensal bruta de no máximo 20 salários mínimos podem requerer o financiamento.

O FNDE tornou-se agente operador do Fies em 2010. Naquela época, foram estabelecidas novas regras que impulsionaram a procura pelo financiamento estudantil e, consequentemente, permitiram maior acesso ao ensino superior.

Entre as principais mudanças, a redução dos juros para 3,4% ao ano, o aumento do prazo de carência para 18 meses, contado a partir da conclusão do curso, e a ampliação do prazo de quitação do financiamento, que passou a ser de três vezes o período financiado, acrescido de doze meses.

No caso de um curso com duração de quatro anos, por exemplo, após a carência, o aluno terá 13 anos para amortizar a dívida (3 x 4 anos do curso regular + 12 meses). Além dessas inovações, o Fies passou a operar em fluxo contínuo em 2010, permitindo novos pedidos de financiamento em qualquer período do ano.

Para maiores informações sobre os termos e condições para contratação do FIES, acesse www.fnde.gov.br.

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