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2014

Sobre duas rodas, caminho fica mais divertido em Belém do Pará

  • Escrito por  Assessoria de Comunicação Social do FNDE
  • Terça, 01 Julho 2014 11:23
Sobre duas rodas, caminho fica mais divertido em Belém do Pará

O estudante Jadson Eduardo dos Santos Braga, 14 anos, sai cedinho de casa para o Liceu Escola Mestre Raimundo Cardoso, em Icoaraci, Belém, onde cursa o sétimo ano. Faz calor, mas, à sombra das árvores e dos açaizeiros, Jadson pega a brisa da manhã, provocada pela velocidade de sua bicicleta amarela.

Antes de receber a magrela, Jadson fazia o trajeto a pé. Levava 15 minutos. De bicicleta, leva cinco. Além de demorar mais, o trajeto era aborrecido. “Ir de bicicleta é muito mais divertido”, diz o estudante. No caminho de volta, a bicicleta ajuda a pegar menos sol – e a chegar mais cedo para o almoço.

Em outro ponto da capital do Pará, no bairro de Mosqueiro, as bicicletas amarelas do programa Caminho da Escola também são muito populares. Lá, funciona a Escola Angelus Nascimento, de educação infantil e ensino fundamental, que recebeu 155 bicicletas, para alunos a partir de 12 anos. “Temos ônibus e bicicletas para fazer o transporte dos alunos. Eles podem escolher”, conta a diretora da escola, Cleyde Kelly Ramos. “As bicicletas ajudam muito as famílias. Este é um bairro de famílias de baixo poder aquisitivo”, acrescenta a diretora.

Verônica é uma das alunas que só vão à escola de bicicleta. A mãe de Verônica, Marcela Gomes da Silva, espera a filha em frente à casa, ao final da aula, às 18h30. “Falo para a Verônica ter zelo com a bicicleta, porque a utilidade é muita. Aqui o sol é muito inclemente”, diz. “Antes, a gente vinha caminhando. Chegava tudo suada, que é longe” lembra Verônica.

Adnele Ferreira da Silva, colega de Verônica, também não larga a bicicleta. Mas reclama que os meninos da escola zombam do capacete, sem saber que o equipamento é indispensável para o uso da bicicleta. “Os moleques daqui são um pouco péssimos”, reclama.

 

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