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Alimentação escolar

Comissão da Costa do Marfim vem a Brasília conhecer mais sobre alimentação escolar

  • Escrito por  Assessoria de Comunicação Social do FNDE
  • Sexta, 15 Dezembro 2017 07:38
Comissão da Costa do Marfim vem a Brasília conhecer mais sobre alimentação escolar

Delegação esteve no FNDE para ampliar parceria com governo brasileiro

Uma comissão do governo da Costa do Marfim esteve na sede do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), em Brasília, nesta quinta-feira, 14, para conhecer mais detalhes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Chefiada pelo vice-presidente do país africano, Daniel Kablan Duncan, a delegação busca ampliar a parceria com o governo brasileiro para melhorar o programa de alimentação escolar da Costa do Marfim, já feito com base no exemplo brasileiro.

“Nosso programa já alcança 3 milhões de estudantes, o que é bastante considerável dentro da nossa realidade. Agora buscamos ampliar essa abrangência e melhorar nossa parceira com o Brasil”, afirmou Duncan. “O importante é conhecer quem já faz com propriedade para podermos melhorar o nosso programa”, completou.

Na abertura do encontro, o diretor de Ações Educacionais do FNDE, José Fernando Uchôa, lembrou que o Pnae leva sua experiência a dezenas de países da América do Sul, Caribe, África e Ásia. “É um programa que cruzou fronteiras e hoje serve de referência para vários países do mundo”, ressaltou. “Tenho certeza que vamos estreitar cada vez mais os laços com a Costa do Marfim.”

Após a abertura, a coordenadora-geral do Pnae, Karine dos Santos, explicou detalhadamente a execução do Pnae, desde a transferência de recursos, realizada pelo FNDE, até a prestação de contas. Mostrou a importância do controle social, feito pelos conselhos de alimentação escolar instalados em todos os municípios e estados, e destacou as compras da agricultura familiar.

“A legislação do Pnae determina que 30% dos recursos repassados pelo FNDE devem ser utilizados na compra direta de gêneros alimentícios cultivados por agricultores familiares, mas têm municípios que já utilizam 70%, 80% e até 100% na compra da agricultura familiar”, informou Karine, lembrando que esse tipo de aquisição impulsiona a economia local e valoriza a cultura alimentar regional.

“Nosso papel aqui é trocar experiências e mostrar o que fazemos, mas a realidade de cada país é que vai apontar o caminho a seguir”, sentenciou a coordenadora-geral do Pnae.

Exemplo – Apontado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) como exemplo de sucesso na área de alimentação escolar, o Pnae serve como base para a implantação de programas similares em vários países do mundo. No Brasil, o programa atende diariamente mais de 41 milhões de estudantes da educação básica pública.

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