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2014

Rio Grande do Norte investe em bibliotecas e em rodas de leitura

  • Escrito por  Assessoria de Comunicação Social do FNDE
  • Quarta, 02 Julho 2014 09:43
Rio Grande do Norte investe em bibliotecas e em rodas de leitura Ascom/FNDE

A Escola Estadual Potiguassu, no bairro Igapó, em Natal (RN), investe fortemente em atividades lúdicas relacionadas à leitura. A escola tem 258 alunos do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental, além de duas turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Uma das pessoas responsáveis pelo trabalho é a professora Maria das Dores da Silva Timóteo da Câmara, ou simplesmente Dorinha.

“As escolas tendem a trabalhar o racional e esquecem o emocional”, diz Dorinha. Na Potiguassu, a ideia é inverter a ordem. Uma das atividades desenvolvidas pela professora foi a confecção de um livro de autoria coletiva, pelos próprios alunos, a partir das oficinas de contação de histórias.

Todos os livros da sala de leitura da Escola Potiguassu foram enviados pelo FNDE, por meio do Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE). “Não temos outras fontes de recursos para aquisição de livros”, conta a diretora da escola, Marluce Caetano da Silva.

“A biblioteca é o coração da escola, onde os alunos conhecem mundos diferentes e dão vazão para a capacidade criadora. Isso é muito importante, porque não conseguimos produzir conhecimentos se não conseguirmos criar”, diz Dorinha.

Os alunos dela parecem entender o recado. “Gosto de ler porque a gente descobre uma vida nova, diz Lorran Nascimento, 9 anos. “Gosto de ler porque gosto de raciocinar sobre as coisas do livro, de refletir sobre a história. Quando leio, sinto alegria”, conta Ana Carolina Alves de Melo, 12 anos.

A coordenadora dos programas de leitura do Estado, Erileide Rocha, conta que ainda este ano serão organizadas 15 novas bibliotecas nas escolas da rede pública estadual. “O sucesso da aprendizagem depende muito da leitura”, diz a professora.

Na Escola Estadual Clara Camarão, o acervo enviado pelo FNDE foi festejado pela coordenadora pedagógica, Elisimar Lopes da Silva. “Para nós, é o paraíso”, resume. “Depois que a gente recebeu os livros do FNDE, foi uma mudança muito grande”, diz.

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